Comparing comparison: Smith and Davidson

Nos últimos anos, vários autores têm criticado a comparação, como método na ciência da religião. Grande parte da discussão aborda o que chamamos da dilema da comparação religiosa: ou as semelhanças entre os casos comparados são reais e as diferenças acidentais, ou as diferenças são reais e as semelh...

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Bibliographic Details
Main Author: Engler, Steven 1962- (Author)
Format: Electronic Article
Language:English
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Published: 2022
In: Estudos de religião
Year: 2022, Volume: 36, Issue: 1, Pages: 113-144
Further subjects:B teoria semântica
B Interpretação
B Metodologia
B comparação
B Donald Davidson
B Jonathan Z. Smith
Online Access: Volltext (kostenfrei)
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520 |a Nos últimos anos, vários autores têm criticado a comparação, como método na ciência da religião. Grande parte da discussão aborda o que chamamos da dilema da comparação religiosa: ou as semelhanças entre os casos comparados são reais e as diferenças acidentais, ou as diferenças são reais e as semelhanças meramente aparentes. No primeiro caso, o ato da comparação impõe semelhanças de uma maneira artificial, privilegiando erroneamente uma das coisas a serem comparadas, o que pressupõe uma visão essencialista, afirmando que as suas características servem como medida de todo caso comparável. No segundo caso, as diferenças entre os casos a serem comparados são vistas como uma barreira insuperável, minando a própria premissa da comparação. Argumentamos que este aparente dilema pressupõe uma concepção representativa do significado, ou seja, que a comparação tem como meta descobrir qual tipo de coisa é representada pelos casos que estão sendo comparados. Entretanto, existem outras concepções do significado que podem potencialmente evitar ou resolver o dilema, reorientando a concepção básica de comparação, ao invés de entrar em detalhes dos recentes debates críticos. Este artigo afirma que o interpretarismo, uma abordagem do significado associada ao filósofo Donald Davidson, faz exatamente isso. JZ Smith não adotou explicitamente uma teoria semântica. Mas demonstramos que todos os seus principais elementos em seu trabalho de comparação se sustentam na base de uma visão interpretarista. As obras de Smith representam um modelo rico e detalhado de como a comparação prossegue sob uma semântica interpretativa. Este artigo tem duas implicações importantes para o estudo da religião. Primeiro, ela dissolve o dilema da comparação religiosa, sugerindo uma base teórica e metodológica mais firme para estudos comparativos. Segundo, sublinha que o trabalho de Smith serve como um modelo poderoso e prático do método comparativo, construído a partir desta base. Como corolário, oferece um benefício colateral interdisciplinar: a leitura de Smith à luz de Davidson também faz contribuições importantes para a filosofia da linguagem. 
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